quinta-feira, 4 de junho de 2020

Olivier Rolin - O meu chapéu cinzento

O livro é composto por pequenos textos sobre algumas cidades - Alexandria, Havana, Atenas, Açores, Lisboa e Goa - mas - na minha opinião - falta paixão na escrita, ler o que ele escreve não nos faz ter vontade de conhecer a cidade em questão; são descrições vazias de emoção e por vezes confusas.
Não é definitivamente um livro que recomende e o único texto de que gostei realmente foi o que fala dos Açores, porque tem alguma história e dá para aprender algumas coisas.
(os textos foram escritos entre 1986 e 1996.)



"Aquele que se sente deslocado não permanece em lugar algum."

"Só nos apercebemos vagamente de tudo o que diz respeito à literatura; de outro modo, estamos a ser pretensiosos."

"Por mais que se diga que o mundo é igual em toda a parte, isso não é verdade."

"A igreja é o porto da alma."

"A morte é o nosso desembarcadouro e a nossa última morada."

"As desgraças acontecem sempre às pessoas de quem gosto."

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